Conheça as 10 ferramentas de gestão mais usadas pelas organizações desde 1993

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Pesquisa realizada pela Bain & Company demonstra o uso das 10 principais ferramentas de gestão desde 1993.

Caso não consiga visualizar o quadro abaixo, por favor, acesse o link: http://www.bain.com/management_tools/BainTopTenTools/default.asp

Estratégia formulada! e agora?

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Estratégia formulada é estratégia executada? Muitos especialistas gastaram e gastam horas perguntando-se até que ponto a formulação da estratégia retrata as ações que a empresa irá executar no curto e médio prazo. O famoso guru da estratégia Lawrence Hrebiniak, autor de diversos livros sobre o tema, dentre eles “Fazendo a Estratégia Funcionar” e professor da Wharton Business School já alertava que “Fazer um plano funcionar é um desafio maior do que criar um plano”.

Como consultor e curioso pelo assunto, também acabei me debruçando um pouco sobre informações recentes acerca do tema e encontrei uma pesquisa realizada este ano com mais de 1.000 organizações e publicada na Harvard Business Review. O artigo sobre formulação e execução da estratégia, apontava que apenas 37% das organizações afirmaram ser excelentes ou muito boas na execução de suas estratégias (pra mim isso é bastante alarmante!).

Vários fatores levam a este problema, mas me chama bastante a atenção os fatores ligados a formulação das diretrizes estratégicas. Não compreender de fato quais prioridades podem ser executadas no seu horizonte estratégico é talvez o elemento inicial e principal de uma estratégia que não funciona.

Em uma visão genérica acerca do processo de formulação podemos dizer que 3 macro-etapas o definem: o questionamento de “o que fazer e do como fazer”, seguido de uma análise de “o que e como fazer vs. o que realmente posso fazer” e o detalhamento daquilo que “posso e me comprometo a fazer”. No entanto, o que acontece de fato é uma explosão inicial de idéias acerca de “o que e como fazer” seguida já do ímpeto de detalhar os planos de ação que coloquem a estratégia para rodar e responsabilizam a organização acerca do “posso e me comprometo a fazer”.

Mas, o que acontece com a etapa de confrontar a estratégia formulada com a realidade da organização?

Essa etapa muitas vezes é deliberadamente ignorada e, ao que tudo indica, um dos fatores chave é a dificuldade de saber como confrontar a estratégia formulada com a capacidade organizacional de executá-la.

Ao auxiliar na formulação da estratégia de algumas organizações, já enfrentei por diversas vezes essa dificuldade. Mas a partir de um determinado momento notei que quatro elementos da organização conseguiam nos apontar de forma bastante apurada sua capacidade de execução: a disponibilidade de infra-estrutura, disponibilidade de pessoas, disponibilidade de processos e a disponibilidade de recursos financeiros.

De maneira geral, tenho visto que a comparação da disponibilidade destes recursos com as necessidades colocadas pela estratégia mostra-se bastante adequada, principalmente para a organização de fato responsabilizar seus times e seus ativos acerca da estratégia formulada e de forma consciente declarar aquilo que “pode e se compromete a fazer”.

Assim como colocado no artigo anterior, que uma estratégia e uma visão só atendem às necessidades do mercado uma vez que oposicionamento é aderente aos atributos valorizados pelo cliente. A FORMULAÇÃO da estratégia, etapa seguinte a partir deste posicionamento, só é de fato “executável” se a organização tem capacidade e maturidade de confrontar sua disponibilidade de recursos, com as necessidades e desafios postos pelas suas diretrizes estratégicas ao longo do tempo.

Este artigo também está publicado no Blog Execução da Estratégia: www.execucaodaestrategia.com.br

Como usar marketing de conteúdo para encontrar clientes (BizRevolution)

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Caros leitores, esse é um daqueles artigos que nos geram atitudes após a sua leitura. Por isto, resolvi publicar e compartilhar com vocês. Recomendo a leitura e uma visita ao website do autor em www.bizrevolution.com.br.

Nossa comunidade de Execução da Estratégia no Brasil precisa de gente interessante comprometida em compartilhar conteúdos relevantes nesta linha de raciocínio.

Aproveitando, veja o algumas infos da Corporater no Facebook

“Informação é a fonte do aprendizado. Mas enquanto não for organizada, processada, e disponibilizada para a pessoa certa em um formato que ajude a tomar decisão, é um atraso de vida, e não um benefício.”

A Home Page do seu web site é a sua Casa na Internet. Na frente da sua casa passa uma estrada de alta velocidade chamada Google por onde trafegam milhões de pessoas por segundo ávidas por encontrar respostas para as suas perguntas.

Existem duas maneiras de fazer a sua casa na internet ocupar um lugar de destaque perante essa grande avenida.

A primeira maneira é torrar o seu dinheiro nos famosos links patrocinados – aquela tripa de anúncios que aparece ao lado direito da sua tela quando você faz buscas no Google.

A segunda maneira é torrar os seus neurônios na criação de conteúdo para o seu web site.

A segunda maneira é mais difícil. Requer cérebro, tempo, habilidade para transformar informação em conhecimento, escrever, entendimento das necessidades do público-alvo e muito mais.

Entretanto, se o conteúdo trouxer respostas que batem com o quê as pessoas buscam na web, o Google mostrará as páginas do seu web site na primeira página do resultado de busca sem a necessidade de você ter que pagar por links patrocinados.

Conteúdo é a grande moeda de troca da internet nos dias de hoje.

De cada 100 pessoas que buscam alguma coisa no Google, 25% clicam nos links patrocinados, 75% clicam nos links de conteúdo que o Google mostra no miolo da tela.

Se você quer atrair pessoas para o seu web site, você precisa criar conteúdo.

Se você quer que as pessoas retornem para o seu web site, você precisa ter um calendário consistente de publicação de conteúdo.

Agora, qual conteúdo publicar?

Aqui vão algumas idéias.

1. Apresente resultados interessantes sobre alguma pesquisa. Todos os dias a mídia de massa publica resultados de pesquisas feitas por Institutos, Associações, Empresas, Governo, Consultorias entre outros. A taxa do dólar, o índice da Bolsa, o número de crianças na escola, a taxa de desemprego, o número de computadores e carros vendidos no Brasil, o número de usuários de internet,  o crescimento das vendas do comércio, são apenas alguns exemplos de fatos, índices e estatísticas que você poderia transformar em artigos relevantes para o seu público alvo. Cruze esses índices com a sua visão do mercado e transforme em artigos para publicação imediata no seu web site.

2. Mostre o estudo de caso de alguma coisa que você já fez. As pessoas buscam na web informação que as deixem confortáveis para tomar decisões. Uma das informações que as pessoas mais procuram na internet são histórias de pessoas em situação similar a delas para aprender sobre como resolver determinado problema. Quando você transforma os negócios que você fez em histórias de sucesso que as pessoas possam ler, compartilhar e aprender, você está disponibilizando uma poderosa ferramenta de tomada de decisão para milhares de pessoas. As vendas vão acelerar porque você compartilhou informação. Além disso, as pessoas não acreditam mais em discursos do tipo “eu faço, eu aconteço, eu instalo, eu ajudo”, as pessoas querem efetivamente ver o que você já fez.  Publique os resultados dos trabalhos que você já fez para outros clientes no seu web site imediatamente.

3. Faça uma previsão sobre o que vai acontecer no futuro. Os seus clientes potenciais precisam de informação para planejar o futuro no curto, médio e longo prazo. Cruze resultados de pesquisas, opiniões de parceiros, clientes e funcionários, e publique a sua visão sobre o futuro de alguma coisa no seu web site.

4. Colecione o que as pessoas estão dizendo sobre um determinado assunto. Reuna a opinião de especialistas, gurus de negócios, usuários, fornecedores, articulistas e jornalistas em um mesmo espaço dentro do seu web site. Crie e alimente esse repositório de conteúdo reunindo diferentes visões sobre determinado assunto ou questão. Deixe o cliente perceber que você está criando uma pequena mas poderosa “wikipedia” sobre os assuntos que eles precisam estar sempre atualizados.

5. Dê uma missão ou projeto que o seu cliente possa realizar. O cliente procura na web por respostas e soluções, entretanto, ajude o cliente a encontrá-las por si mesmo ao publicar tarefas, simuladores e projetos que ajude o seu cliente a descobrir sozinho quais são as respostas e soluções que ele realmente precisa. Publique simuladores financeiros se você vende serviços financeiros, publique modelos de planejamento de marketing se você vende serviços de marketing, publique calendários completos de comunicação se você vende serviços de propaganda.

6. Faça o cliente perceber que ao fazer negócios com você, ele estará fazendo parte de algo maior. Publique conteúdo que prova que os produtos e serviços que você vende tem impacto significativo na sociedade, na cultura, no país.

7. Apresente o cliente a alguma coisa ou alguém interessante. Publique entrevistas com profissionais excelentes pouco conhecidos na indústria e que poderiam trabalhar como parceiros ou colaboradores para os seus clientes.

8. Faça o link para alguma coisa que o cliente precisa ler ou assistir. Você não precisa saber tudo sobre tudo. Publique videos de palestras ou artigos relevantes de terceiros que exemplificam o seu pensamento. Sempre que possível inclua o seu comentário logo após o vídeo ou textos.

9. Dê um ponto de vista para o cliente que seja diferente do ponto de vista da galera. Expresse sua opinião o tempo todo sobre tudo que você publica. Procure pensar de maneira diferente da maioria das pessoas. É muito importante que as pessoas percebam que você tem uma opinião própria e particular sobre as coisas. Afinal, o objetivo aqui é mostrar você como um líder que aponta caminhos, e não como um seguidor da multidão.

10. Resuma um tópico ou uma questão. Se você fizer uma busca por “cloud computing” no Google, você vai dar de cara com 24 milhões e 900 mil páginas da internet onde aparece o termo “cloud computing”. Apesar da internet estar repleta de conteúdo, as pessoas tem dificuldade de encontrar o que interessa no formato que interessa. Se você conhece as necessidades dos seus clientes, transforme os tópicos e questões do seu interesse em resumos de fácil leitura, digestão e distribuição. Mantenha esse conteúdo em um único lugar no seu web site, e mantenha esse conteúdo atualizado.

11. Explique o que determinada tecnologia significa. O que é Cloud Computing ou Energia Eólica? Quais são os últimos modelos disponíveis no mercado e como escolher um smartphone? As vezes pensamos que todos já conhecem determinado assunto porque o mesmo é martelado frequentemente na mídia; pelo contrário, a avalanche de informações e a imensa quantidade de opções disponíveis torna ainda mais difícil o trabalho de entendimento de uma determinada tecnologia. A grande verdade é que a grande maioria das pessoas não sabe do que você está falando. Explique!

12. Estimule o cliente a participar de um debate ou diálogo. Cloud Computing ou Computação Cliente Servidor? IPad ou Kindle? Aumentar as vendas ou reduzir os custos? Marketing Direto ou Marketing Digital? Eu acredito que você é capaz  de listar uma dezena de questões importantes que poderíamos colocar em debate no seu web site. Estimule a participação das pessoas enviando e-mails promovendo os debates online. O melhor lugar no seu web site para reunir todo esse conteúdo é o seu blog. As ferramentas de blog disponíveis hoje permitem que você crie uma espécie de fórum ao redor de todos os posts que você escreve para incentivar a participação dos clientes que visitam o seu web site.  As pessoas precisam de informação para decidir!

13. Faça a resenha de um produto ou serviço que ajude o cliente a tomar decisões. Publique a sua opinião sobre questões relacionadas indiretamente ao que você vende. Se você vende, por exemplo, serviços de gestão de eventos, faça uma resenha no seu web site sobre um determinado evento inovador que você participou. Se você vende computadores e softwares para grandes empresas, faça uma resenha sobre o novo serviço de cloud computing oferecido pela Microsoft. Se você vende serviços de gestão de folha de pagamento, faça uma resenha sobre um novo livro de gestão de pessoas que acaba de ser lançado nas livrarias. Seja sincero e autêntico nas suas resenhas. As pessoas precisam de opiniões independentes para tomar melhores decisões.

14. Faça as pessoas refletirem sobre alguma coisa. Todas as indústrias são viciadas em determinadas maneiras de fazer as coisas. Ajude as pessoas a verem as mesmas coisas sob uma nova perspectiva. Ajude as pessoas a abrirem suas cabeças para novas maneiras de fazer as coisas. Por exemplo, publique conteúdo sobre “serviços de delivery” para concessionárias de carro, publique conteúdo sobre “assinatura de serviços” para supermercados, publique conteúdo sobre automação comercial para agrobusiness, publique conteúdo sobre “relações humanas” para indústria de tecnologia, publique conteúdo sobre “vendas” para profissionais de marketing. Faça as pessoas pensarem. Faça as pessoas se colocarem no lugar dos clientes. No final do dia, você estará ajudando-as a crescer.

De volta para o futuro em 1991 – Manifesto da Mensuração do Desempenho

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Estive pesquisando materiais relevantes sobre Desempenho Organizacional e me deparei com o Manifesto da Mensuração do Desempenho, publicado por Robert G. Eccles na Harvard Business Review, edição de Janeiro-Fevereiro de 1991.

Quando encontrei o texto, me envolvi na leitura e nem notei que o artigo era “antigo”. A maneira na qual foi colocado o desafio das organizações de mensurar seus resultados e executar uma estratégia à partir de fatores não apenas financeiros, é extremamente atual em nosso mercado brasileiro.

Digo disto, pois faz alguns anos que iniciei uma jornada intensa no Brasil de ofertar ao mercado soluções para gestão de desempenho através da empresa a qual represento no Brasil. Tive a oportunidade de ver até agora uma realidade nas organizações que faz com que o artigo de 1991 seja muito atual nos dias de hoje na realidade de nossas organizações.

Chamo a atenção para alguns questionamento levantados no texto:

“Considerando nossa estratégia, quais são os indicadores de desempenho mais importantes?”

“Como esses indicadores se relacionam uns com os outros?”

“Que indicadores efetivamente prognosticam o sucesso financeiro de longo prazo nos nossos negócios?”

E por fim, uma frase muito interessante do artigo: “O que é mensurado merece atenção, sobretudo quando as recompensas estão vinculadas aos indicadores”

Sua organização ou você mesmo tem focalizado a atenção de todos os colaboradores nos indicadores que de fato irão garantir o alcance da sua estratégia? Pense nisso e faça algo a respeito.

Detalhe importante, a primeira publicação sobre o Balanced Scorecard foi em 1992, um ano depois e aborda um método para resolver questões relacionadas ao Manisfeto da Mensuração do Desempenho. Eles não perdem tempo por lá…

Para ver o artigo  na integra: O Manifesto da Mensuração do Desempenho – versão Inglês (quando eu encontrar em PT irei postar novamente).

Criação da Logomarca Rio 2016

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Rio 2016 from Tátil Design de Ideias on Vimeo.

Jogos de Negócios

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ExpoManagement 2010: A tecnologia está a seu favor

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Assista a palestra “Tecnologia para Execução da Estratégia: como acertar na escolha das ferramentas” na Mostra de conteúdo e soluções e aprenda a utilizar a tecnologia da informação durante o processo de gestão estratégica

O Brasil passa por um momento marcante na sua história, em que muitas janelas de oportunidades estão abertas esperando organizações ávidas por exercer o máximo de seu potencial e extrair valor de tudo que puderem durante o tempo que for possível. Só que para isto, estas empresas devem, cuidadosamente, pensar nos modelos de gestão que determinaram seu sucesso ou que podem gerar insucessos para o futuro.

No Brasil, as organizações não deixam nada a desejar se comparadas às empresas estrangeiras e têm buscado cada vez mais a excelência em suas transações, sempre voltando-se ao desempenho de suas atuações.

Metodologias como o Balanced Scorecard e o Gerenciamento pelas Diretrizes vêm auxiliando essas organizações a alcançar seus resultados de acordo com os objetivos, indicadores, metas e projetos, e também auxiliando na promoção da cultura organizacional com foco em resultados e de preocupação com as relações de causa-efeito.

Sob este cenário, encontramos um novo desafio para implementar ferramentas tecnológicas que estejam alinhadas aos diversos métodos de gestão disponíveis e que também possam acompanhar a cultura da empresa com os devidos aprofundamentos e desdobramentos necessários que  unem e organizam áreas para uma única batalha mercadológica.

A pergunta principal seria: qual o melhor modelo de gestão para minha organização?

Uma resposta madura seria: todos terão sua colaboração e serão fundamentais para o meu sucesso, mas saiba que tudo pode mudar, ou melhor, avançar!

Analisar sob esta ótica fica mais difícil escolher a ferramenta que se deve investir. Se a empresa ainda está ganhando maturidade com o atual modelo e tudo pode mudar, então a conclusão mais óbvia é que qualquer iniciativa em se implementar algo para ajudar, as ações devem prever mudanças sem crise ou alta complexidade. Isto significa oferecer flexibilidade e independência para criar modelos diversos.

Um software desta magnitude deve permitir que a estrutura organizacional seja mapeada, de modo que as estratégias sejam traduzidas, os resultados acompanhados, as informações comunicadas e as ações realizadas. No final das contas, os processos de acompanhamento destes modelos visam notificar alertas de desempenho não esperado, e propor uma cobrança sistemática das análises relativas à estratégia e reuniões preparadas com os devidos inputs. Só assim é possível estar mais próximo do alcance de uma visão de longo prazo e com um modelo de gestão estratégica mensurável.

Pedro Pereira (Sócio-Diretor da STEX e consultor de tecnologia e gestão há mais de 10 anos e desde 2008 representa no Brasil a multinacional norueguesa Corporater –
pedropereira@stex.com.br -  Twitter: @Pereira_Pedro)

Ainda tem dúvidas sobre o potencial das mídias sociais?

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STEX Tecnologia para execução da estratégia

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Completamos dois anos com a STEX, empresa fundada para ser referência em tecnologia para execução da estratégia no Brasil. Saiba mais na apresentação abaixo que preparei para compartilhar com vocês.

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Estou representando a Corporater no Brasil desde 2008

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